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Macron planeja invocar mecanismo comercial da UE em meio ao aumento das exigências por retaliação

Macron planeja invocar mecanismo comercial da UE em meio ao aumento das exigências por retaliação

101 finance101 finance2026/01/18 17:50
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Por:101 finance

Macron Busca Ação da UE Contra Tarifas dos EUA em Disputa sobre a Groenlândia

Fotógrafo: Krisztian Bocsi/Bloomberg

O presidente francês Emmanuel Macron pretende instar a União Europeia a acionar seu mecanismo anti-coerção, em resposta à crescente pressão para que o bloco reaja às novas tarifas anunciadas pelo presidente Donald Trump, que visam países europeus em conexão com a Groenlândia.

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Descrevendo a ameaça tarifária como “inaceitável”, Macron tem mantido contato com outros líderes europeus e pretende propor formalmente o uso do instrumento anti-coerção (ACI)—a ferramenta mais forte de retaliação da UE—em nome da França, segundo uma fonte familiarizada com o assunto.

O presidente Trump declarou que, a partir de 1º de fevereiro, produtos de oito países europeus, incluindo a França, enfrentarão uma tarifa de 10%. Ele ainda alertou, através das redes sociais, que a taxa pode subir para 25% em junho, a menos que os EUA obtenham uma “compra Completa e Total da Groenlândia”.

Fontes afirmam que esta medida de Trump lança dúvidas sobre o acordo comercial entre UE e EUA alcançado no ano passado. Embora partes do acordo já tenham sido implementadas, ainda espera aprovação parlamentar, que agora parece ter chances de ser adiada.

Os embaixadores da UE devem se reunir no domingo para determinar a resposta do bloco, segundo outra pessoa com conhecimento das discussões.

O grupo parlamentar SPD da Alemanha, membro da coalizão do chanceler Friedrich Merz, instou a Comissão Europeia a agir rapidamente e a elaborar “contramedidas específicas” contra os EUA. O governo alemão está avaliando todas as possíveis respostas à ameaça tarifária, mas ainda não decidiu qual caminho seguir.

Manfred Weber, líder do Partido Popular Europeu—maior bancada no Parlamento Europeu—afirmou que a ratificação do acordo comercial UE-EUA está agora fora de questão.

O Primeiro-Ministro da Finlândia, Petteri Orpo, enfatizou que a UE “tem meios para responder”, embora tenha expressado esperança de que tais medidas não sejam necessárias. Falando à rádio YLE, Orpo revelou que solicitou uma reunião de emergência do Conselho Europeu para coordenar uma abordagem unificada entre os membros da UE e a Dinamarca.

O instrumento anti-coerção, embora nunca tenha sido ativado anteriormente, foi criado para dissuadir e, se necessário, responder a tentativas externas de influenciar a política da UE através de pressão econômica.

Potenciais Contramedidas da UE

As ações em consideração incluem impor tarifas, introduzir novos impostos sobre empresas de tecnologia, restringir certos investimentos dentro da UE e limitar o acesso a contratos de compras públicas para empresas estrangeiras.

Macron havia sugerido a ideia de invocar a ferramenta anti-coerção no ano passado, mas recuou enquanto as negociações com os EUA continuavam sobre as tarifas propostas.

Reportagem com contribuições de Michael Nienaber, Kirsi Heikel, Alberto Nardelli e Arne Delfs.

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